sexta-feira, 30 de julho de 2010

O openSUSE é Software Livre? Acho que não...

Esbarrei outro dia numa notícia sobre o lançamento de uma nova versão (11.3) da distribuição openSUSE. Como gosto muito de experimentar várias distribuições Linux, ainda mais com as facilidades trazidas pela virtualização, baixei a dita cuja pra brincar um pouco.

Criei a máquina virtual, bootei, escolhi linguagem... e cheguei numa página onde eu tinha que aceitar uma licença. Como eu brinco com meus alunos, "aquela página que ninguém lê, vai logo clicando em aceito...". Bom, eu parei pra ler.

Começou promissor... "The openSUSE Project grants to you a license to this collective work pursuant to the GNU General Public License version 2...". Bom, não entendo muito de licenciamento, mas até onde sei, GPL é a licença que garante as liberdades de um software livre. Beleza então, tudo certo!

Até que li mais um pouco... "As required by US law, you represent and warrant that you: (...) c) will not export, re-export, or transfer openSUSE 11.3 to any prohibited destination, entity... d) will not use or transfer openSUSE 11.3 for use in any sensitive nuclear, chemical, or biological weapons or missile technology end-uses... "

Parou, parou, parou.... Se me lembro bem, duas das quatro liberdades do software livre são "a liberdade de executar o programa, para qualquer propósito" e "a liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo".

Então, voltamos a pergunta do título... o openSUSE é Software Livre?

Abortei a instalação, desliguei a máquina virtual, apaguei o arquivo ISO. Fica pruma outra oportunidade...

Abraços a todas e a todos!
Carlão

quinta-feira, 22 de julho de 2010

"Esse pessoal de Piracicaba, não é mole não!!"


Costumo ouvir (e fazer...) muitas críticas à nossa Universidade, em especial por conta da burocracia absurda que assola nosso trabalho docente e de pesquisa, no dia-a-dia.

Mas dessa vez, devemos aplaudir de pé!! O motivo é a nomeação, feita pelo CONSU/UESC, do novo prédio da Pós-Graduação como PAVILHÃO PROF. MAX DE MENEZES.

Não tive, infelizmente, muito contato com o Max no dia a dia. Mas nesse pouco contato já dava pra sentir aquela simpatia infinita, acompanhada daquele sorriso maroto piracicabano... O cara era, simplesmente, muito gente boa!!

Vai ser bom entrar no Pavilhão Prof. Max de Menezes. Vai ser como estar perto do coração dele mais uma vez.

Tchau Max! A gente se esbarra por aí um dia desses!

Abraços!

Carlão